A ti devo a minha vida
Desde o ventre sagrado
As conversas telepáticas
Os meus primeiros cuidados
Minha beleza, meu charme
A dádiva do reencarne
Conforme o combinado

Ao conhecer-te irmã
Vivemos cenas legais
A única consanguínea
Por vontade dos meus pais
Por ações de forças estranhas
Amargamos façanhas
Que ameaçastes a paz

Estás em minhas lembranças
Nas prosas meigas, engraçadas
Nas brincadeiras infantis
Seminus pelas calçadas
Bastando um aperto de mão
Para na minha intenção
Ter-te como namorada

Devo-te a graça de ser pai
A dádiva de ser avô
A beleza de ter um lar
Com a cara e com a cor
Da vida que me deu vida
E novo conceito de amor

Estás em versões diversas
Dando vida a minha vida
Mas como educadora
Estás sempre enternecida
Meu ser de luz protetor
Fonte maior de amor
Minha mãezinha querida
EUVALDO LIMA – 08/03/2017